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Morte: abandonando o fluxo   

  • A morte é o fato central das nossas vidas. Podemos tentar afastá-la, esquecê-la temporariamente, ou temê-la sem fim. As acumulações de uma vida, os amores, o desespero, a angústia, as posses que havemos adquirido, são todas parte da corrente das nossas vidas. Vivemos na corrente do 'eu', do 'meu', durante toda a nossa vida, e, no momento da morte, nós lançamos tudo isso fora ou ainda assim afundamo-nos outra vez na corrente interminável do ego, do eu, do meu? É possivel sair deste fluxo das nossas vidas, para que quando a morte chegue - através da doença, do acidente, da idade avançada - tenhamos já saido do caos da vida para uma claridade radiante? Somos como o resto do mundo. É um rio vasto e interminável. E quando morremos seremos como os outros, movendo-nos na mesma corrente que antes, quando viviamos. Mas o homem que se conhece a si próprio, que resolveu todos os problemas psicológicas em si mesmo, ele não faz parte dessa corrente. Ele saiu dela. A morte é este momento, quando não existe tempo, quando não existe o 'eu' tentando ser algo, quando não existe o interesse próprio, a atividade egocêntrica - o que é tudo o processo do tempo. Portanto, viver e morrer estão sempre juntos. E você não sabe a beleza disso.

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