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Inteligência, Amor e Compaixão

Sixth Public Talk in Saanen

Thursday, July 19, 1979

Penso se poderíamos esquecer tudo que estivemos falando durante os últimos cinco encontros aqui e começarmos como se nos encontrássemos pela primeira vez. E não tendo escutado o que foi dito, começarmos de novo, começarmos outra vez e talvez possamos descobrir uma solução verdadeira permanente para todas as nossas complexidades e problemas. Qual é o ponto central que, se olharmos com cuidado, diligentemente, hesitantemente, chegaríamos nisso, que pode resolver nossos sofrimentos, aflições, ansiedades, as depressões, fracassos, realizações, as frustrações e tudo isso? Existe uma solução ou observação, um insight, uma compreensão que provocará uma revolução total psicologicamente em todos? Você compreende minha pergunta? Uma resposta – absoluta, irrevogável, não relativa, mas completa, total, duradoura, e ainda eterna. Existe tal solução? Se cada um de nós fizesse essa pergunta para nós mesmos, responderíamos de acordo com nosso prazer particular, nossa experiência particular, nosso próprio conhecimento? Ou nós, se somos mesmos sérios e não muito levianos, podíamos investigar juntos para descobrir um remédio que iluminará nossos corações e mentes? Podemos olhar a totalidade da vida, não um segmento particular, uma parte particular, uma idiossincrasia, tentar achar uma resposta política, religiosa – estou usando a palavra « religiosa » bem ceticamente – econômica e assim por diante? Podemos olhar todas estas divisões que o homem produziu como um todo? Olhar para este mundo exterior com suas inumeráveis divisões, e internamente, psicologicamente somos fragmentados, dispersos. E a pessoa se pergunta se é possível ver o todo deste exterior e interior como um movimento total, indivisível, como um movimento estrutural total do pensamento? Isso é possível? Ou nossas mentes são tão dispersas, tão fragmentadas, divididas, que somos incapazes de ver o movimento total da vida como um movimento unitário. Compreende? Por favor, como dissemos outro dia, e se posso repetir: estamos pensando juntos esta questão, juntos, não que o orador investiga e você ouve, mas antes juntos você e o orador descobrem por si, se existe um modo de viver que é compreensivo, que é completo, que não é seu ou meu mas uma vida que é um movimento sem começo e sem fim. Para descobrir isso, acho que é importante, se pode se apontar, estar ciente da sua própria perspectiva fragmentária. Você é um psicólogo, ou psicoterapeuta, e é treinado dentro dessa linha particular, e assim seu cérebro, seu condicionamento já está estabelecido, e portanto não se pode ver o todo. Ou você pode ser um homem de negócios, outra vez o mesmo fenômeno ocorre. Ou se você é político então está condenado. Ou se você é um homem religioso, inclinado a ser religioso, não aceitando nenhum dogma particular, credo, ritual, tudo isso. Ou um ser humano comum – de que todos somos parte – com todas as suas ansiedades, seus sofrimentos e prazeres e medos, competição, comparação, medindo-se em relação aos outros, e sempre tentando atingir algo que ele projetou, e espera encontrar. Então estamos juntos cientes de nossa fragmentação- de fato cientes dela? Não imaginar que você é fragmentado e daí achar que você é. Entende? Ou a ideia de fragmentação é tão forte, e essa ideia molda nosso pensar, daí você pensa que eu sou fragmentado, ou a pessoa observa o estado real da mente que é fragmentada, dispersa, murcha. Pode tal mente observar este extraordinário movimento complexo com sua grande beleza, sutileza, pode a pessoa observar isto totalmente? Compreende minha pergunta? Por favor, você não está ouvindo a mim. Só estou sentado na plataforma para conveniência de vocês todos de modo que possam ver o orador, mas o orador não é a autoridade. Nos assuntos espirituais, nos assuntos do espírito, nos assuntos de investigação, não há autoridade, nem guru, o que é óbvio. Isto é, se você leva o conhecimento de outros – e talvez todo conhecimento é resultado dos outros – e adiciona seu próprio conhecimento particular ao conhecimento já acumulado em seu cérebro, então descobrir se existe um ato, um estado de mente que resolverá os nossos problemas. Você compreende do que estamos falando? Estamos nos entendendo a respeito da questão em si? Ignorância é parte do conhecimento. Certo? Pergunto se você vê isso. Você conhece todo o conceito de sacerdote, guru, aquele que sabe nesse conceito, nessa convicção, há aquele que é iluminado, esclarecido, e ajuda o outro a libertar-se de sua própria ignorância. E geralmente, e às vezes, e muito, muito, muito raramente a autoridade que tem conhecimento tenta afastar a ignorância do outro mas seu conhecimento é ainda parte da ignorância. Você está acompanhando tudo isto? E aqui, nestes encontros que temos tido nos últimos cerca de 20 anos, não há qualquer autoridade. Porque autoridade de qualquer tipo em assuntos espirituais torna você prisioneiro do sistema, da convicção, ideias e conhecimento do outro. E nisso não existe liberdade. E para descobrir se existe solução para todos os nossos complexos inumeráveis problemas, existe um olhar, uma percepção, uma observação que liberta completamente toda esta estrutura que o homem reuniu, psicologicamente? Compreende? Estamos nos entendendo? Veja, para entrar nisto é preciso ter grande humildade; não modéstia, não servilismo, não tocar as roupas do outro e dizer « Sou muito humilde ». Aquela qualidade de humildade que não tem vaidade, que nunca conheceu vaidade. Compreende? De outro modo não é humildade. Entre nisto com cuidado. Aqueles que são vaidosos, arrogantes, cheios de sua própria importância e seu próprio conhecimento, suas próprias realizações, e tudo isso aí existe um sentido de presunção. E esse estado de mente cultiva então a humildade. Você não conhece tudo isto? Assim uma mente que conheceu a vaidade em qualquer sentido cientificamente, religiosamente, politicamente, o sentido de conquista que dá à pessoa grande presunção e arrogância – tal mente nunca pode compreender uma qualidade que é totalmente livre de vaidade. Estamos entendendo tudo isto? E as pessoas também tentaram, milênio após milênio, encontrar essa solução absoluta para suas vidas através da austeridade. Austeridade é dura, estrita, severa, estridentemente ruidosa – certo? estridentemente estrita: usar trajes – desculpe não estou falando daqueles cavalheiros ali – usar trajes de cores diferentes em todo o mundo e imaginar que eles são estridentemente simples. É apenas o barulho da simplicidade deles que os impede de ser simples. Porque quando você é simples não importa que roupas usa. Mas as roupas se tornaram extraordinariamente importantes no mundo, no mundo religioso, indicando uma tradição que você aceita e por isso espera levar uma vida simples. O homem tentou diversas coisas, pregou tantas peças em si mesmo e aqueles de nós, se somos de todo sérios, e eficientemente, honestamente tentar descobrir um modo de vida e portanto um modo de ação, que vem da compreensão, da percepção dessa única solução. Certo? Estamos nos entendendo? Não fiquem zangados comigo, por favor, aqueles de vocês que têm estes trajes diferentes e assim por diante, nós passamos por tudo isso. Não significa nada. Uma vez no Himalaia acompanhei um grupo de monges. Era um país maravilhoso, rododendros selvagens, lírios, as flores dos Alpes naquela altitude, e os grandes pinheiros apontados para o céu, céus azuis e pássaros cantando. Foi um lindo dia. E aqueles monges nunca olhavam para cima, nunca olhavam as árvores, as flores, os céus e o maravilhoso mundo porque estavam interessados em seu próprio ritual, sua própria repetição de mantras. E eles pensam que por este caminho descobrirão o paraíso. Aqui, se podemos apontar, o significado da palavra « mantra » provavelmente vocês todos conhecem. É uma palavra sânscrita que significa – por favor, ouçam – que significa considerar, meditar, ponderar não se tornar e também pôr de lado toda atividade egocêntrica. Essa palavra « mantra » significa isso. Considerar, entrar em seu próprio tornar-se e pôr de lado toda forma de atividade egoísta – esse é o real significado dessa palavra. E veja o que estes « yogis » fizeram dessa palavra! Compreende? Assim, vendo tudo isto, as várias formas de tortura física a fim de encontrar a iluminação, várias formas de rituais, trajes, repetições, e isso de modo algum mudou o ser humano e sua relação de modo que exista uma boa nova sociedade. Queremos usar a palavra « boa » não no sentido educativo, « Seja um bom menino ». Não é uma palavra respeitável, não é uma palavra que você pode dizer « Bem, está fora de moda, jogue fora, » mas essa palavra « boa » tem excelente significado, significação. E o homem com todos estes esforços nunca criou uma boa sociedade em que as pessoas vivam felizes, sem conflito, sem violência com grande senso de responsabilidade, com cuidado, com afeição. É isso que queremos dizer com a palavra « boa ». O homem não foi capaz de conseguir isto. Uma das principais razões para esta feiura no mundo é que todos nós, a maioria dos seres humanos, talvez 99%, são fragmentados, dispersos. E quando se percebe isto, que se está em estado de fragmentação, a pessoa fica ciente disto, cônscia sem qualquer escolha – é assim. Não é que o orador está impondo isto a você, mas é um fato. E pode essa mente que está fragmentada, pode esse coração que também está preso em várias tolices românticas, emocionais, sentimentais, ilusórias, pode essa mente chegar a isto, encontrar uma solução que é duradoura? Compreende minha pergunta? Certo? Como a encontraremos? Ela depende do outro? Acompanhe cuidadosamente. Pode o outro, conquanto ele possa pensar que é mestre e isto e aquilo, pode o outro guiá-lo ou ajudá-lo nisso? Certo? Por favor, faça esta pergunta. Pode um grupo, pode uma comunidade, pode uma série de ideias, conclusões, ajudá-lo nisso? Ou a pessoa deve ser uma luz para si mesma, não a luz que foi acendida na lâmpada ou na vela do outro, ou o fogo. Você está acompanhando tudo isto? Por favor, dê seu coração para compreender tudo isto! Quer dizer não só seu coração, sua mente, seu cérebro. Liberdade não é agir de acordo com o que quer que você goste. Isso é muito infantil, que é o que está acontecendo no mundo porque todos fazem o que querem. E qualquer impedimento, restrição a isso é considerado falta de realização. Assim a permissividade em toda direção, religiosamente, socialmente, moralmente, é encorajada. E esta permissividade, que é fazer exatamente o que se quer, ou dizer « Isto me agrada, me sinto bem com isso », nega a liberdade, estamos falando psicologicamente, não liberdade da lei, do policial, dos impostos – mas liberdade da dependência do outro psicologicamente, porque o outro, quando instrui você a partir do conhecimento dele, da posição dele, de seu status, esse conhecimento é ainda parte da ignorância, porque o conhecimento nunca pode ser completo, assim é sempre parte da ignorância. Certo? Pergunto se você vê isso. Naturalmente. Porque o conhecimento não pode ser inteiro, não pode ser completo, total. E assim nele existe ignorância. Quando você percebe isso, quando vê isso, que você não pode possivelmente em assuntos do espírito, em assuntos da psique, em assuntos de profunda investigação religiosa, não existe dependência de ninguém. Isso é liberdade, com sua responsabilidade de ser uma luz para si mesmo. Você está acompanhando tudo isto? Somos assim? Porque vamos juntos descobrir, por favor, descobrir por nós mesmos, não sob o comando de outro, não estimulados por outro, não encorajados por outro, mas descobrir por si mesmo total e completamente o que não é egoísmo – de modo que se possa ser uma luz para si mesmo. Certo? Estamos juntos nisto? ...não concordar, não ser posto numa tenda e assim você é forçado a concordar, ou estimulado pelo orador com sua intensidade. Se é, então é apenas uma chama que pode ser apagada pelo próximo vento. Então, tendo dito isto, está sua mente – sua mente sendo seu cérebro, seus sentidos, a qualidade do pensar, conhecendo suas limitações, estando preparada – não preparada, não usarei a palavra « preparada » preparação implica tempo, essa é uma das nossas teorias preferidas, que é preciso tempo para ser luz de si mesmo – estão nossas mentes depois de ouvir tudo isto, mesmo que você esteja ouvindo pela primeira vez. E é somente se você estiver realmente escutando pela primeira vez, se você realmente estiver prestando atenção. Sabe, é como olhar o pôr-do-sol ou o sol nascer, a beleza e a luz extraordinária nunca é a mesma. Você pode ver isto dia após dia, dia após dia, mês após mês, você nunca diz, « Bem, já vi uma vez, é o bastante ». Se prestamos atenção ao que foi dito, e ao que é dito, não é uma repetição. Beleza não é aquilo que acontece constantemente, ela é sempre nova. Uma bela pintura clássica ou se você ouve música, é nova toda vez. Mas nossas mentes ficam embotadas com palavras e pela repetição de palavras você diz, « Estou farto disto. Você já disse tudo isso antes ». Mas se você ouve, há sempre alguma coisa nova como o pôr-do-sol, como a estrela vespertina, como as águas de um rio. Ainda temos tempo! Estamos perguntando – juntos – se nossas mentes e portanto corações, todo nosso ser, sentidos, a qualidade de nossos sentidos que não são divididos – entende? – que são unidos, e um pensamento e pensar, saber que é limitado, fragmentado, sempre do tempo, e um cérebro que é resultado de milênios, condicionado, cheio de memórias, conhecimento, experiência, como um computador mas naturalmente é muito mais capaz que o computador, o cérebro inventou o computador, mas o cérebro também é ativo como o computador. Então estamos falando da totalidade disto podemos examinar com esta qualidade de mente? Ou apenas estar num estado de observação, apenas observar sem observador. Porque o observador é o passado, o observador é resultado de toda a experiência, sentidos, respostas, reações, memórias, ele é isso. Observar sem o observador de modo que haja apenas pura observação, não distorcida, não dispersa, não resultado de escolha, gosto e – você sabe, apenas observar. Então, nesse estado de pura observação há um ato, um insight, uma percepção total de algo que resolverá todos estes problemas? Você compreendeu? Há... Agora cuidado! O orador diz que há. Você nada sabe sobre isto, naturalmente. Se você estivesse cônscio disto, não estaria aqui. O orador diz – e por favor, ouça com cuidado, isto não é autoridade, não é resultado de experiência, não é resultado de conhecimento acumulado, não é nada disso. O orador diz que há uma solução, uma saída para toda esta terrível confusão e miséria e medo, tortura e terror. Certo? Então não aceite isto. Onde você está no final disto? Por favor, estou perguntando isto – o orador pergunta muito seriamente. Nós conversamos por 20 minutos, uma hora, 40 minutos, 50 minutos ao final disto qual é a qualidade de sua mente que é capaz – por favor ouça – capaz de receber alguma coisa. Você diz, « Sim », e o « sim » é sua própria descoberta, sua própria luz, sua própria atenção total que você deu para descobrir isto. Deixe-me entrar nisto cuidadosamente. A pessoa deve ter inteligência. Inteligência é diferente de conhecimento. No conhecimento, como mostramos antes, existe ignorância. Certo? Ao passo que a inteligência está livre da ignorância e portanto livre da ilusão, e não é o resultado de conhecimento acumulado – certo? – inteligência. A qualidade da inteligência chega quando há percepção e ação. Ou seja, percepção e nenhum intervalo entre percepção e ação. Veja, ato. Será que você compreendeu isto? Está acompanhando? Você vê o perigo – certo? – como um precipício. E a própria percepção é ação, você se afasta instantaneamente. Isso é inteligência. Isso é parte dessa inteligência. Você vê uma cobra perigosa – e ação instantânea. Certo? Isso é bem simples porque existe uma resposta física. E reação física é autopreservação, que é inteligência. É o não inteligente que vê o perigo e o busca. Compreende? Inteligência é a percepção daquilo que é psicologicamente perigoso e agir instantaneamente. Isso é inteligência. Psicologicamente é perigoso depender do outro: por afeição, por amor, por conforto, por iluminação, isso é perigoso porque você não está livre. E assim a própria percepção daquele perigo e a ação disto é inteligência. Certo? A pessoa deve ter essa qualidade de inteligência. Essa inteligência é negada quando você se ajusta a um padrão estabelecido por gurus, por – não importa quem – alguma pessoa idiota, ou se ajusta, imita, segue. Assim existe o ideal e a ação que é diferente do ideal, ou se ajustar, ou se adaptar ao ideal – que é falta de percepção – certo? – falta de visão do movimento real disto. E quando há percepção, o ideal, a imitação, o conformismo, seguir, acaba totalmente e isso é inteligência. Você está acompanhando tudo isto? Não estou definindo inteligência. É isso. Apenas o neurótico vê o perigo e continua. O neurótico, o estúpido, o descuidado, o homem que apenas segue sua idiossincrasia particular, prazeres, e lhes dá significado racional e assim por diante. Então a pessoa deve ter esta qualidade de inteligência. Portanto com essa inteligência há um estado, um movimento ou como você queira chamar, que pode resolver todos estes inumeráveis conflitos e misérias? Você está acompanhando tudo isto? A mente que é totalmente inteligente. E essa mente está investigando. Interrogante: Parece bastante violento. A qualidade da mente não deveria ser violenta. Desculpe interromper mas... Krishnamurti: Senhor, se posso apontar muito respeitosamente...

I: Você não pode definir inteligência de tal forma violenta, a consequência disto, senhor, é violência, violência para você mesmo, violência para seus colegas seres humanos. Honestamente, senhor!

Krishnamurti: Senhor, serão 5 dias de diálogos. Assim, por favor, levante estas perguntas. O orador não o está impedindo de fazer perguntas, de duvidar do que ele diz, de questionar tudo que ele diz. Mas esta não é a ocasião. Então, por favor, tenha paciência e consideração. Com essa inteligência estamos examinando para descobrir se há, pode não haver, se há um ato, um estado, uma qualidade que resolve todas as questões de nossa vida. Certamente – estou hesitante porque temos que usar palavras corrompidas, temos que usar uma palavra que perdeu todo seu significado. Uma palavra como « amor » se tornou sexual, sensorial, sensual. Com ela vai prazer, medo, ansiedade, dependência e toda a feiura que ocorre na chamada relação. Então usamos essa palavra muito, muito hesitantemente. Isto não se relaciona de modo algum com ciúme, medo, ou sofrimento. É total responsabilidade, não só com sua pessoa imediata mas a total responsabilidade com toda vida, não só sua vida mas a vida do outro. Eu digo que amor é a resposta total. Sem isso, faça o que fizer, fique de ponta cabeça pelo resto de sua vida, sente na posição de lótus, ou o que você faça. Assim com essa inteligência vem a outra coisa. Compreende? Sem inteligência você não pode ter a outra coisa. Elas são inseparáveis. E é por isso que a compaixão tem esta qualidade de grande inteligência. E essa é a solução que resolverá todos os nossos problemas. Certo, senhor. Posso sair?

Sixth Public Talk in Saanen

Thursday, July 19, 1979

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