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Meditação Diária com Krishnamurti


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Uma Mente Rica em Inocência


A verdade, o Deus verdadeiro — o Deus verdadeiro, não o Deus criado pelo homem — não quer uma mente que tenha sido destruída, mesquinha, rasteira, estreita, limitada. É necessária uma mente saudável para se poder apreciá-lo; é necessária uma mente rica — rica não em conhecimento, mas em inocência — , uma mente que nunca tenha sido marcada pela experiência, uma mente que esteja liberta do tempo. Os deuses que vocês inventaram para vosso próprio conforto aceitam a existência da tortura; aceitam uma mente que se tornou embotada. Mas o Deus verdadeiro não quer isso; quer um ser humano total, completo, cujo coração esteja pleno, rico, claro, capaz de sentimentos intensos, de ver a beleza de uma árvore, o sorriso de uma criança, e a agonia de uma mulher que nunca pode ter uma refeição completa.

Têm de ter este sentimento extraordinário, esta sensibilidade em relação a tudo — ao animal, ao gato que caminha ao longo do muro, à sordidez, à sujidade, à imundície dos seres humanos que vivem na miséria, no desespero. Têm de ser sensíveis — o que significa sentir intensamente, mas não apenas numa determinada direcção, pois ser sensível não é uma emoção que vem e vai, é ser sensíveis com os vossos nervos, com os vossos olhos, com o vosso corpo, com os vossos ouvidos, com a vossa voz. Têm de ser completamente sensíveis durante todo o tempo. A menos que sejam sensíveis desta forma tão completa, não existirá inteligência. A inteligência vem com a sensibilidade e a observação.

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