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Meditação Diária com Krishnamurti


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O Fim da Tristeza


Se descerem a rua, poderão ver o esplendor da natureza, a beleza extraordinária dos campos verdes e dos céus abertos; e poderão ouvir o riso das crianças. Mas em vez de tudo isso, existe um sentimento de tristeza. Existe a angústia de uma mulher a dar à luz um filho; a tristeza da morte; existe a tristeza de quando estamos à espera de algo e esse algo não acontece; existe a tristeza de quando uma nação entra em decadência, se desleixa; e existe a tristeza da corrupção, não apenas em termos colectivos, mas também individuais. Há tristeza na vossa própria casa, se olharem profundamente — a tristeza de não ser capaz de preencher, a tristeza da vossa própria pequenez ou incapacidade, e as várias tristezas inconscientes.

Também existe o riso na vida. O riso é uma coisa maravilhosa; rir sem razão, ter alegria no coração sem que haja uma causa, amar sem esperar nada em troca. Mas um tal riso raramente nos acontece. Estamos sobrecarregados com tristeza, a nossa vida é um processo de sofrimento e de luta, uma desintegração contínua, e nós quase nunca sabemos o que é amar com todo o nosso ser...

Nós queremos encontrar uma solução, um meio, um método através do qual resolver este fardo que é a vida, e assim nunca olhamos verdadeiramente para a tristeza. Tentamos escapar através de mitos, através de imagens, através da especulação; esperamos encontrar alguma forma de evitar este peso, de ficar para lá da onda da tristeza.

... A tristeza tem um fim, mas ele não chega através de nenhum sistema ou método. Não existe nenhuma tristeza quando há a percepção do que é.

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