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Meditação Diária com Krishnamurti


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O Desejo tem de ser Compreendido


Continuemos a reflectir sobre o desejo. Nós conhecemos, não é verdade, o desejo que se contradiz a si mesmo, que é tortuoso, que nos puxa em direcções diferentes; a dor, o tumulto, a ansiedade do desejo, e a tentativa de o disciplinar, de o controlar. E, na eterna batalha com ele nós contorcemo-lo alterando a sua forma, tornando-o irreconhecível; mas ele permanece lá, constantemente a ver, à espera, a puxar. Façam o que quiserem, sublimem-no, fujam dele, neguem-no ou aceitem-no, façam-lhe todas as concessões — ele estará sempre lá. E nós sabemos o quanto os mestres religiosos e outros nos disseram que devíamos não ter desejos, que devíamos cultivar o desapego, estar livres do desejo — o que é verdadeiramente absurdo, porque o desejo tem de ser compreendido, não destruído. Se vocês destruírem o desejo, podem estar a destruir também a própria vida. Se perverterem o desejo, o moldarem, o controlarem, o dominarem, o suprimirem, podem estar a destruir algo extraordinariamente belo.

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