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Meditação Diária com Krishnamurti


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Compaixão Não É a Palavra


O pensamento não pode, quaisquer que sejam os meios, cultivar a compaixão. Não estou a usar a palavra compaixão para me referir ao oposto, à antítese de ódio ou violência. Mas a menos que cada um de nós tenha um sentido profundo da compaixão, iremos tornar-nos cada vez mais brutais, desumanos uns para os outros. Teremos mentes mecânicas, semelhantes a computadores, que só foram treinadas para desempenhar determinadas funções; continuaremos a procurar a segurança, tanto física quanto psicológica, e deixaremos escapar a extraordinária profundidade e beleza, todo o significado da vida.

Quando falo em compaixão, não me refiro a algo que possa ser adquirido. Compaixão não é a palavra, que pertence meramente ao passado, mas algo que é do presente activo; é o verbo e não a palavra, o nome ou o substantivo. Existe uma diferença entre o verbo e a palavra. O verbo pertence ao presente activo, ao passo que a palavra é sempre do passado e, portanto, estática. Vocês podem imprimir vitalidade ou movimento ao nome, à palavra, mas ela não é o mesmo que o verbo, que é activamente presente...

Compaixão não é sentimento; não é esta vaga simpatia ou empatia. A compaixão não é algo que vocês possam cultivar por meio do pensamento, da disciplina, do controlo, da supressão, nem pelo fato de serem amáveis, educados, gentis, e tudo o resto. A compaixão só passa a existir quando o pensamento chegou ao fim na sua raiz mais profunda.

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