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Meditação Diária com Krishnamurti


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Aquele que Está Só É Inocente


Um dos factores de tristeza é a extraordinária solidão do homem. Vocês podem ter companheiros, deuses, uma grande quantidade de conhecimentos, podem ser extraordinariamente activos em termos sociais, tagarelando incessantemente sobre política — a verdade é que a maioria dos políticos pratica a tagarelice — , e, no entanto, esta solidão permanece. Consequentemente, o homem procura encontrar significado na vida e assim inventa um significado. Mas, ainda assim, a solidão continua lá. Portanto, será que vocês conseguem olhar para isto sem fazerem qualquer comparação, vê-lo apenas com é, sem tentarem fugir-lhe, sem tentarem encobri-lo ou escapar-lhe? Então poderão ver que a solidão se torna algo inteiramente diferente.

Nós não estamos sós. Somos o resultado de mil e uma influências, de mil e um condicionamentos, de heranças psicológicas, de propaganda, de cultura. Nós não estamos sós, e por conseguinte somos seres humanos em segunda mão. Quando se está só, totalmente só, sem pertencer a nenhuma família, embora se possa ter família, sem se pertencer a nenhuma nação, a nenhuma cultura, a nenhum compromisso em particular, há a sensação de se ser um estrangeiro — um estrangeiro a qualquer forma de pensamento, de ação, de família, de nação. E é somente aquele que está completamente só que é inocente. É esta inocência que liberta a mente da tristeza.

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