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Meditação Diária com Krishnamurti


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A Tristeza Consciente e a Tristeza Inconsciente


A tristeza é... mágoa, incerteza, o sentimento de completa solidão. Existe a tristeza da morte, a tristeza de não se conseguir preencher a si mesmo, a tristeza de não se ser reconhecido, a tristeza de amar e não se ser correspondido. Há inúmeras formas de tristeza, e parece-me que sem compreendermos a tristeza, não poderá haver um fim para o conflito, para o sofrimento, para a labuta diária da corrupção e da deterioração...

Existe a tristeza consciente, e existe também a tristeza inconsciente, a tristeza que parece não ter qualquer base, nenhuma causa imediata. A maioria de nós conhece a tristeza consciente, e também sabe como lidar com ela. Ou fugimos dela através da crença religiosa ou racionalizamo-la, ou tomamos qualquer tipo de droga, intelectual ou física; ou perdemo-nos em palavras, diversões, entretenimento superficiais. Fazemos tudo isto, e ainda assim não conseguimos fugir à tristeza consciente.

Depois, há a tristeza inconsciente que herdámos ao longo dos séculos. O homem procurou sempre ultrapassar esta coisa extraordinária chamada tristeza, mágoa, sofrimento; mas mesmo quando estamos superficialmente felizes e temos tudo o que desejamos, lá no fundo do inconsciente permanecem as raízes da tristeza. Portanto, quando falamos do fim da tristeza, estamos a referir-nos ao fim de toda a tristeza, tanto a consciente como a inconsciente. Para terminar com a tristeza, temos de ter uma mente muito clara e muito simples. A simplicidade não é uma mera ideia. Ser simples exige uma grande dose de inteligência e de sensibilidade.

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