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Meditação Diária com Krishnamurti


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A Respeito do Casamento


Estamos a tentar compreender a questão do casamento, a qual implica o relacionamento sexual, o amor, o companheirismo, a comunhão. É óbvio que se não houver amor, o casamento se transforma numa desgraça, não é verdade? Nesse caso transforma-se em mera gratificação. Amar é uma das coisas mais difíceis, não é? O amor só pode surgir, só pode existir quando o «eu» está ausente. Sem amor, o relacionamento é uma dor; seja ele gratificante ou superficial, conduzirá ao tédio, à rotina, ao hábito com todas as suas implicações. Então, os problemas sexuais ganham uma importância fundamental. Quando tomamos em consideração o casamento, quer seja necessário ou não, temos primeiramente de compreender o amor. Certamente o amor é casto; vocês podem ser celibatários, quer sejam homem ou mulher, mas isso não é ser casto, isso não é ser puro, se não houver amor. Se vocês tiverem um ideal de castidade, ou seja, se vocês desejarem tornar-se castos, não existe nessa vossa atitude nenhum amor, porque se trata meramente do desejo de virem a ser algo que vocês consideram que é nobre, que pensam que vos ajudará a encontrar a realidade; não há nenhum amor nisso. A licenciosidade não é casta, apenas conduz à degradação, ao sofrimento. O mesmo acontece com a perseguição de um ideal. Ambos excluem o amor, ambos implicam o vir a ser algo, o entregar-se a algo; e portanto vocês tornam-se importantes, e onde vocês são importantes, o amor não é.

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