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Meditação Diária com Krishnamurti


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A Raiz de todo o Medo


A ânsia por ser outra coisa diferente do que se é dá origem ao medo; ser, alcançar e, portanto, depender, engendra o medo. O estado em que não existe medo não é negação, não é o oposto do medo nem tampouco é coragem. Na compreensão da causa do medo, reside o seu fim, não no ato de se tornar corajoso, porque em todo o vir a ser habita a semente do medo. A dependência de coisas, de pessoas ou de ideias alimenta o medo; a dependência nasce da ignorância, da ausência de autoconhecimento, da pobreza interior; o medo dá origem à incerteza da mente-coração, impedindo a comunicação e a compreensão. Através da autoconsciência começamos a descobrir e, portanto, a compreender a causa do medo, não apenas «os medos superficiais, mas também os medos com causas muito profundas, os medos que se vão acumulando. O medo é simultaneamente de natureza interna e adquirido; está relacionado com o passado, e para se poder libertar o pensamento-sentimento dele, o passado deve ser compreendido através do presente. O passado está sempre a querer originar o presente, o qual acaba por se tornar a memória de identificação do «eu» e do «meu», que em conjunto constitui o «eu». O «eu» é a raiz de todo o medo.

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