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Ensinamentos de Krishnamurti

Amplamente reconhecido como um dos mais influentes mestres espirituais do século XX, Jiddu Krishnamurti ensinou que, para que haja paz no mundo, cada um deve primeiro entrar em paz consigo mesmo. Nenhum caminho espiritual, líder, filosofia pessoal ou política poderá nos guiar, afirmou; esta transformação da psique humana é uma verdade que cada um de nós deve descobrir por si.

Krishnamurti ensina que a guerra e a destruição causadas pelos seres humanos para com os seus semelhantes e o meio-ambiente são fruto do apego a um senso de individualidade que leva à agressão, competição, ganância e conflito. Quando reconhecemos que a nossa consciência não é individual mas comum a todos os seres humanos, podemos então trabalhar em conjunto, num espirito de cooperação e compaixão. Krishnamurti mostra que tomar a responsabilidade pelas nossas ações e reações - nas nossas relações e na nossa vida - é o primeiro passo necessário para uma visão holística.

Krishnamurti não interpretou nenhuma filosofia ou religião; ele falou sobre as coisas que afetavam cada um de nós na nossa vida cotidiana, sobre os problemas de viver numa sociedade moderna com toda a sua violência e corrupção, sobre a procura individual de cada um por segurança e felicidade, e sobre a necessidade da Humanidade se libertar do fardo do medo, da raiva, da dor, da tristeza. Ele explicou com grande precisão as subtilezas da mente, e apontou para a necessidade de existir uma profunda qualidade meditativa e espiritual na nossa vida diária.

A Arte da Meditação

Numa tentativa de se evadir dos seus conflitos, o homem tem inventado diversas formas de meditação, porém, todas elas se baseiam quer no desejo, na vontade ou na ânsia por obter algo, o que implica conflito e o emprego de esforço a fim de alcançar determinados resultados. Esta luta consciente e deliberada sempre se circunscreve nos limites de uma mente condicionada, que não possui liberdade. Todo o esforço empregue na meditação constitui a sua própria negação. A meditação consiste no término da acção do pensamento; só então pode chegar a existir toda uma dimensão intemporal.

Books

Além do mito e da tradição

Beyond Myth and Tradition is a twelve-part series made by the Krishnamurti Foundation of America in 1997. Each programme focuses on a particular aspect of life and presents relevant excerpts from Krishnamurti's talks and discussions filmed at different times around the world. Produced and directed by Evelyn Blau and Michael Mendizza (The Challenge of Change), this series offers a very good introduction to Krishnamurti's teachings, whilst also conveying their scope, depth and relevancy in today's world.

Além do Mito e da Tradição é uma série dividida em doze partes, produzida pela Krishnamurti Foundation of America em 1997. Cada episódio foca um aspecto particular da vida e apresenta excertos relevantes das palestras e diálogos de Jiddu Krishnamurti, filmadas em diversas ocasiões ao redor do mundo. Produzida e dirigida por Evelyn Blau e Michael Mendizza (O Desafio da Mudança), esta série oferece uma excelente introdução aos ensinamentos de Krishnamurti, transmitindo ao mesmo tempo o seu alcance, profundidade e relevância no mundo atual.

Conflito

Conflito

Coisas extraordinárias, no sentido negativo da palavra, foram feitas em nome da religião. Existiram guerras pelas quais as religiões foram as responsáveis; pessoas foram torturadas, queimadas, destruidas. A crença era mais importante que a verdade, os dogmas mais vitais que a percepção direta. Deus não é algo que o Homem inventou, ou criado a partir da sua imagem, da sua ânsia e insuficiência. Porém, quando a própria mente se torna sagrada, as portas se abrem para algo que é, também, incomensuravelmente sagrado. Isso é religião. E isso afeta o viver cotidiano - como eu falo, como eu trato as pessoas, a conduta, o comportamento, tudo.

Mudança

Mudança

A não ser que haja uma revolução radical na relação entre dois seres humanos, falar sobre Deus, sobre as escrituras, sobre os Vedas, a Bíblia, e todo o resto, é puro disparate. Nós exigimos uma transformação mundial, a transformação da sociedade, mas somos cegos, nunca dispostos a transformarmos a nós mesmos.

Liberdade e autoridade

Liberdade e autoridade

Sob nenhuma circunstância aceite o que o orador fala, em qualquer ocasião. Não existe autoridade, nem você nem o orador têm qualquer autoridade; ambos estamos investigando, observando, olhando, aprendendo. Ser livre da autoridade é morrer para todo o passado, de modo a que a sua mente seja fresca, sempre jovem, inocente, cheia de vigor e paixão - é apenas nesse estado que observamos e aprendemos.

O sagrado

O sagrado

As muitas religiões pelo mundo afora têm dito que existe uma contínua e eterna verdade, mas a mera afirmação da verdade tem muito pouco significado. Cada um tem de descobrir tal coisa por si mesmo. Existe algo que o pensamento nunca poderá tocar, e portanto seja incorruptível, intemporal, eterno e sagrado?

Percepção sem escolha

Percepção sem escolha

Consciência é a silenciosa e sem escolha observação do 'que é'. Nesta consciência, o problema desenrola-se por si mesmo e, portanto, é compreendido por completo. Quando alguém está tremendamente consciente ou atento, não existem movimentos inconscientes escondidos. Não existe divisão entre o interior e o exterior.

Meditação

Meditação

Uma mente meditativa é silenciosa. Não com o silêncio que o pensamento pode perceber. Não com o silêncio de um calmo entardecer. Mas com o silêncio de quando o pensamento, com todas as suas imagens, suas palavras e percepções, cessa inteiramente. Meditação é percorrer o mundo do conhecimento e ficar livre dele, para entrar no desconhecido. Meditação é algo que não pode ser praticado, como se pratica para aprender a tocar violino ou um piano.

O espelho do relacionamento

O espelho do relacionamento

O relacionamento é o espelho em qual nos vemos a nós próprios como somos. Toda a vida é um movimento nas relações. Até o eremita está relacionado com o passado, com os que estão à volta dele. Não existe fuga do relacionamento. Ele está sempre no momento presente, não no passado morto da memória, das lembranças, dos prazeres e das dores. Relacionar-se é estar agora ativo: estar em relação significa isso mesmo.

Condicionamento: Prisioneiros do passado

Condicionamento: Prisioneiros do passado

O nosso cérebro é um processo mecânico. O pensamento é um processo materialista, e esse pensamento tem sido condicionado a pensar como Budista, como Hindu, como Cristão. É possivel ficar livre destes condicionamentos? O 'eu', o ego, é um movimento no conhecido, uma série de memórias. Portanto, a questão sobressai: É possivel viver sem, psicologicamente, uma única memória?

O ego violento

O ego violento

A origem da violência é o 'eu', o ego, que se expressa a si próprio de imensas formas - na divisão, em tentar ser alguém - o qual se divide a si mesmo como 'eu sou' e 'eu não sou', como o inconsciente e o consciente, o 'eu' que se identifica com a familia ou não com a familia, com a comunidade ou não com a comunidade... Toda a forma de fuga, distração,afastamento, sustenta a violência. Se percebermos isto, então a mente é confrontada com o 'que é' e nada mais.

Morte: abandonando o fluxo

Morte: abandonando o fluxo

A morte é o fato central das nossas vidas. Podemos tentar afastá-la, esquecê-la temporariamente, ou temê-la sem fim. As acumulações de uma vida, os amores, o desespero, a angústia, as posses que havemos adquirido, são todas parte da corrente das nossas vidas. Vivemos na corrente do 'eu', do 'meu', durante toda a nossa vida, e, no momento da morte, nós lançamos tudo isso fora ou ainda assim afundamo-nos outra vez na corrente interminável do ego, do eu, do meu? É possivel sair deste fluxo das nossas vidas, para que quando a morte chegue - através da doença, do acidente, da idade avançada - tenhamos já saido do caos da vida para uma claridade radiante? Somos como o resto do mundo. É um rio vasto e interminável. E quando morremos seremos como os outros, movendo-nos na mesma corrente que antes, quando viviamos. Mas o homem que se conhece a si próprio, que resolveu todos os problemas psicológicas em si mesmo, ele não faz parte dessa corrente. Ele saiu dela. A morte é este momento, quando não existe tempo, quando não existe o 'eu' tentando ser algo, quando não existe o interesse próprio, a atividade egocêntrica - o que é tudo o processo do tempo. Portanto, viver e morrer estão sempre juntos. E você não sabe a beleza disso.

Amor, a chama sem fumaça

Amor, a chama sem fumaça

Amor e Verdade não são para serem encontrados nos livros, igrejas ou templos. Eles existirão com o auto-conhecimento. Conhecer-se a si mesmo é um processo trabalhoso mas não dificil; torna-se dificil apenas quando estamos tentando chegar a algum resultado. Mas estar apenas atento de momento a momento dos seus pensamentos, sentimentos, e ações sem condenar ou justificar traz liberdade, uma libertação em que pode existir essa alegria da Verdade.

O que é a mente religiosa?

O que é a mente religiosa?

Coisas extraordinárias, no sentido negativo da palavra, foram feitas em nome da religião. Existiram guerras pelas quais as religiões foram as responsáveis; pessoas foram torturadas, queimadas, destruidas. A crença era mais importante que a verdade, os dogmas mais vitais que a percepção direta. Deus não é algo que o Homem inventou, ou criado a partir da sua imagem, da sua ânsia e insuficiência. Porém, quando a própria mente se torna sagrada, as portas se abrem para algo que é, também, incomensuravelmente sagrado. Isso é religião. E isso afeta o viver cotidiano - como eu falo, como eu trato as pessoas, a conduta, o comportamento, tudo.

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